“Investir em planejamento a longo prazo, usar novas técnicas urbanas e garantir um futuro próspero a todos, sem deixar ninguém para trás”, enfatizou Camila, no Chile 24/07/2025 - 19:32
Depois de participar de um Painel na tarde desta quarta-feira, 23, das 15h50 até 16h40, no Hotel Majadas de Pirque, Região Metropolitana de Santiago do Chile, sobre se “Setores Rurais podem ser Territórios Inteligentes?”, a superintendente executiva do Paranacidade, Camila Mileke Scucato, fez parte da Plenária, que abriu os trabalhos da Smart City 2025, na Estação Mapocho, em Santiago do Chile, nesta quinta-feira, às 11h30. Com o tema “Cidades Resilientes e Seguras: gerando Comunidades Protegidas”, com o objetivo de “Recuperar a Cidade para as Pessoas, um Desafio Compartilhado”. Assim, Camila compartilhou a fala com o diretor executivo do Centro de Inovação UC, Ramon Molina; com a chefe da Oficina, ONU Mulheres, Gabriela Rosero; com o gerente geral Cone Sul, Sonda, Javier Larenas; e com o Bom de Smarty Cities, NEC, Mario Canziani. Camila discorreu sobre o tema, as dificuldades, as barreiras, a necessidade urgente de adaptações às mudanças climáticas e do uso de novas técnicas urbanas, com a promoção de Cidades Inteligentes, Conectadas e Resilientes , trabalhando para a redução das desigualdades urbanas. “É imperativo investir em planejamento a longo prazo para assegurar um futuro próspero e sustentável para todas as nossas comunidades, sem deixar ninguém para trás”, defendeu Camila.
Camila mostrou que o trabalho desenvolvido, nos 399 Municípios do Paraná, pelos profissionais do Paranacidade, agente técnico da Secretaria de Estado das Cidades (SECID), de dar apoio e assistência técnica aos gestores públicos, para que realizem desenvolvimento urbano, a nível local, e sem a excessiva infraestrutura dura do passado, investindo, erradamente, apenas em muros de contenção, drenagem ou reforço estrutural e ignorando aspectos sociais e ambientais, mostram o acerto no Paraná.
“Resiliência urbana também depende de coesão social, governança participativa e ecossistemas saudáveis. A resiliência é mais eficaz quando inclui saberes locais e engaja a população na tomada de decisões. Negligenciar desigualdades socioeconômicas. Planejamento centralizado e pouco participativo e políticas impostas de cima para baixo, sem consulta às comunidades locais são erros crônicos, que não podem mais acontecer”, enfatizou Camila, que respondeu a inúmeras perguntas feitas pelos presentes, interessados em seu modo de pensar a gestão pública urbana no Paraná.














