MULHERES: desafios e conquistas que transformam o mundo 08/03/2026 - 18:18

“Ah! Essas mulheres!!!” Já diz o poeta.

Dos 182 profissionais que trabalham

no Serviço Social Autônomo Paranacidade,

90 são mulheres de sucesso, orgulhosas

de suas respectivas profissões

e dos resultados conseguidos,

ao longo de suas vidas.

 

Boa parte delas são chefes.

Um dos melhores exemplos é o

da jovem engenheira civil,

superintendente executiva do Paranacidade,

Camila Mileke Scucato, que tem sob sua responsabilidade

a de melhor aplicar bilhões de Reais,

e garantir melhor qualidade de vida

à população, em 399 Municípios do Paraná.

 

Assim como Camila, elas aceitam desafios e os vencem, um a um.

São mulheres com luz própria,

que brilham e iluminam caminhos,

empoderadas, que amam, geram e cuidam de vidas.

São muitos os exemplos...

 

Mas há um ponto em comum:

todas elas observam e tratam, sempre, de rever o caminho,

entre a razão e o coração,

para que jamais se percam.

 

Elas são as mulheres do Paranacidade,

que ajudam a fazer do local de trabalho

modelo para o País e além...

que ajudam a transformar o Paraná

no melhor Estado do Brasil,

para se viver e ser feliz!!!

 

MULHERES: desafios e conquistas que transformam o mundo

 

ANA JÚLIA NUNES DE ARAÚJO    (35 anos, engenheira eletricista da Coordenadoria Operacional Municipal do Paranacidade, em Curitiba)

Desde menina, Ana Júlia Nunes de Araújo, é apaixonada por números e física. No ensino médio, tendo excelentes professores, a paixão só cresceu, tanto quando estudou em Natal, como em Curitiba, cidades em que morou. Ela já sabia o que queria: “eu sempre sonhei em me sentir útil, satisfeita e com o propósito de fazer a diferença, ajudando a atuar nas transformações da sociedade”, explica, aos 35 anos, com jeitinho de apenas 20, mesmo sendo casada há oito anos, com dois filhinhos, um menino de dois anos e uma menininha de 10 meses, que passam o dia na creche. “Nossos filhos têm de entender a importância do trabalho, tanto do papai, como o da mamãe, engenheira eletricista da Coordenadoria Operacional Municipal de Curitiba do Paranacidade. E o papai, também engenheiro eletricista, atualmente é policial Rodoviário Federal concursado. Para as crianças, o trabalho dele, Fábio, parece ser mais atraente. E eu digo: o trabalho do papai é legal, mas o da mamãe é essencial e ambos são de enorme importância”, assegura.

O que mais a atrai na profissão é a ideia de inovação, sustentabilidade e eficiência energética. E tudo isso Ana Júlia afirma encontrar também no Paranacidade, “onde podemos ver o resultado prático, as transformações, quase imediatas, no seio da sociedade, quer na pavimentação, na iluminação, em uma Escola, uma Creche, ou qualquer outra obra”, explica. Tudo isso também pode ser apreciado em Programas como o Ilumina Paraná, que já está inserido em 70% dos Municípios do Estado. O mesmo acontece com o Programa de Usinas Fotovoltáicas, como nos Municípios de Contenda, Capanema e outros. “Eu aprecio tanto que foi tema de meu TCC, na Universidade. Aliás, é sensacional apreciar o resultado prático na comunidade”, afirma, lembrando que há outros excelentes Programas em gestação.

Ana Júlia fala sobre ajustar a vida familiar, a de mãe e a profissional. “A vinda do primeiro filho, o Conan, foi mais difícil. Nós, pai e mãe, estávamos fora e tínhamos de contar com a ajuda de familiares. Depois, chegou a Layla, já estávamos todos mais adaptados e foi menos desgastante”, conta.  A falta de tempo com os filhos, pai e mãe compensam na qualidade que passam juntos, à noite e nos fins de semana. “Somos muito presentes!”  Ana Júlia avalia esse processo. “É muito importante a mãe ter uma vida profissional para que possa servir de exemplo de independência, autonomia e respeito próprio para toda a família. Aprendi com a minha mãe e quero que o meu filho tenha mente aberta e grandeza para conviver com essa mulher. Eu sempre soube que a minha profissão traduz quem eu sou e faz parte de mim. No Paranacidade eu faço análise e medição de obras. Estou bem feliz em trabalhar na área e sinto orgulho desta empresa”, afirma.

Ana Júlia tem outras paixões, como a de viajar, conhecer novos lugares e culturas. Ela já morou um ano na Noruega e conheceu mais de 30 Países e apreciou muito viajar pelos Países Balcãs. Da América do Sul, ela ficou encantada com o interior da Bolívia e na Colômbia, com Cartagena de las Índias. 

MARINA TAKANO TAMASHIRO          (53 anos, engenheira civil, Coordenadora do Escritório Regional do Paranacidade em Maringá)

Em Maringá, a engenheira civil Marina Takano Tamashiro comanda uma equipe de 14 profissionais, entre engenheiros civis, arquiteta, administrativos e analistas. Ela trabalha no Paranacidade há 17 anos. Marina conta que trabalhou em empresas privadas e também em públicas, além de investir em uma dela mesma. “Mas é no Paranacidade que eu me realizo, porque se leva recursos às populações mais necessitadas em Hospitais, Escolas, Segurança e tantas outras obras que modificam e melhoram o meio ambiente, a própria comunidade”, destaca. Ela é casada com o ex-colega de Universidade – a UEM-, Maurício Tamashiro, onde ambos se formaram em engenharia civil. Namoraram por oito anos e quando conseguiram independência financeira, se casaram. Hoje, são pais de Viviane, com 20 anos, que pretende se formar em arquitetura, e de Vinícius, com 14 anos.

Marina lembra do tempo em que os filhos eram pequenos. “Houve uma época em que era necessário deixá-los em Escola Integral. Eu falava aos filhos e ao marido sobre a importância de a mulher trabalhar e em ter orgulho de sua profissão. Felizmente, todos, em casa, assimilaram esse conceito”, destaca, satisfeita. Para Marina, a sua profissão vai além do material. Ela mesma explica. A engenheira estava em uma vistoria de pavimentação de Ruas em Itapejara. Uma senhorinha a viu e foi até o portão da casa e falou com a engenheira do Paranacidade: “todos nós esperamos a vida inteira por esse asfalto na frente de nossa casa. Isso é um presente. Acabou o pó, a lama, a Cidade fica mais bonita, nosso imóvel mais valorizado”, destacou a senhorinha. Marina deixa as lágrimas correrem ao se lembrar o que ouviu.

Ela ainda relatou outro fato, com lágrimas nos olhos. Em Pérola, vistoriava um Campinho e as crianças da Região chegaram e quiseram saber se podiam brincar ali. Ao ouvirem o “sim” de Marina também escutaram que deviam cuidar do espaço. Todos concordaram e brincaram, rindo, o tempo todo. “Elas demonstraram muita alegria e essas lembranças me deixam muito emocionada. Enfim, trabalhar com engenharia não são só projetos, números, valores, obras. É também ver o resultado final na transformação da própria comunidade e isso é possível pelo trabalho realizado no Paranacidade e é maravilhoso. O mais interessante é que o Paranacidade tem um trabalho diferenciado, por estar em um órgão público. Tudo o que é feito e os resultados alcançados causam respeito e admiração. E, testemunhar as transformações ocorridas no Paraná, com o trabalho realizado por todos nós é gratificante. E viver em Maringá, que tem excelente qualidade de vida, é um privilégio”.

 

SONIA JACINTA DA SILVA      (55 anos, Tecnóloga em RH, formada pela Universidade Rio Branco, no Acre)

Sonia Jacinta da Silva já morou e em Londrina (PR) e no Acre. Trabalhou em Escritórios e no Acre foi chefe de gabinete do governador da época (2007 a 2010). Depois foi para a Superintendência da Fecomercio do Acre.   Em 2015 voltou para Curitiba. Durante alguns anos escolheu da treinamentos na área comercial de uma empresa de monitoramento de veículos. Trabalhou com processos em start up de Tecnologia em Assinaturas Eletrônicas. Depois de algum tempo, decidiu fazer concurso para trabalhar no Paranacidade. “Direto no Departamento de RH. Passei e já comecei a trabalhar na área escolhida. Gosto muito de pessoas e de multiplicar aprendizados, de acolher e da troca de conhecimentos. Eu me sinto plenamente realizada como profissional, trabalhando no Paranacidade”, assegura.

Sonia disse que busca canalizar as propostas do Paranacidade para humanizar a sociedade para que todos se sintam acolhidos e com pertencimento. “O Paranacidade tem muita demanda, muito trabalho e também sacrifícios pessoais, alguns pela distância com a família, outros com os filhos pequenos. Mas é compensador trabalhar e contribuir para a melhoria da sociedade em que vivemos. O Paranacidade tem recebido muitos profissionais jovens e repassar os conhecimentos, os valores, é muito gratificante para todos”, assegura.